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Presta atenção, Patrícia Amorim!


@Wilson_Hebert
Futebol Carioca

Tensão, nervosismo, fraqueza, confusão, incertezas. Essasforam as claras demonstrações que a presidente Patrícia Amorim deixoutransparecer em sua entrevista coletiva. Ela pode dizer que não, mas ela estáinsegura. Demais. E não é pra menos... A começar pelo que há em volta dela.Departamentos que deveriam trabalhar juntos em prol do Flamengo guerreiam,sendo as faíscas mais quentes de uma fogueira que não para de crescer.

A discussão via imprensa realizada por Michel Levy e VanderleiLuxemburgo escancarou o racha que se encontram os poderes dentro de um clubeque raramente atravessa longos momentos de organização. O departamento defutebol e o financeiro não falam a mesma língua e a presidente só tem a perdercom isso. A conseqüência é um péssimo assessoramento que chega a ela.

Por exemplo, a última atitude que Patrícia poderia tomar eraa de estabelecer o fim das relações com o Fluminense. O Peter Siemsen não agiudiferente do habitual no futebol brasileiro, incluindo o Flamengo que apresidente disse ser decente, mas que tem dificuldade pra cumprir aquilo queassina. Não revelar o interesse num jogador quando na verdade há esseinteresse, é algo bem comum. E a forma que o Fla tentou contratar Kleber, noano passado quando jogava ainda no Palmeiras, foi tão equivocada quanto a que oFlu tenta contratar Thiago Neves, mesmo sob a ótica da mandatária rubro-negra.

Pedir ética no futebol sempre soa (e sempre vai soar) comohipocrisia, pois as atitudes intempestivas sem qualquer preocupação com alealdade aos adversários (e não inimigos) se fazem presentes o tempo inteiro.De todos os lados. Ninguém se salva. Sem contar que com o forte patrocinadorque o tricolor dispõe, coisa que o Flamengo está penando para conseguir, podefazer a diferença na futura licitação para administrar o ‘novo’ Maracanã.

Com relação às prioridades, Amorim acertou ao dizer que aprimeira preocupação deva ser a de acertar as pendências com quem já faz partedo clube. Acertou também ao dizer que os garotos da base merecem atenção. Atéporque, se bem trabalhados, eles podem se transformar numa solução bem maisbarata e até mais eficiente que contratações megalomaníacas.

Por fim, entrando na causa patrimonial, a presidenteflamenguista precisa ser mais ágil e mais equilibrada. Não dá pra aceitar que ofutebol ainda não tenha conseguido estabelecer um patrocínio definitivo. É louvávela evolução estrutural, na Gávea e no Ninho do Urubu. Mas é inconcebível que, alémde não conseguir desenvolver um sólido departamento de marketing (isso o Flanunca conseguiu), não haja uma empresa para, pelo menos, pagar esses valores deluvas e imagens dos jogadores. Independente de ser pouco, médio ou muito, seassinou, tem que cumprir. Se não cumprir, caracteriza-se a falta de decência...

Foto: Agência O Globo

Um comentário:

  1. kkkkkkkkkkk todo sofrimento para o flavela é poco kkkkkkk

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